Consumo de energia de energia caiu mais de 20% em 2016 na Justiça Federal do Rio

Fachada do Foro da Av. Venezuela
Consumo de energia caiu 21,9% em 2016 na Justiça Federal do Rio

Medidas de racionalização adotadas pela JFRJ e esforço conjunto dos servidores contribuíram para o resultado

A Justiça Federal do Rio de Janeiro registrou economia de 21,9% no consumo de energia em 2016. A capital economizou 22,2% e as subseções 20,7%. Esses números representaram uma redução de 14% no valor da conta. 

Os dados foram apresentados pela coordenadoria de Planejamento Estratégico e Projetos (CPLA/SG), em reunião com representantes da área administrativa, no último dia 23 de fevereiro. “O resultado foi importante. Qualquer economia contribui para que tenhamos dinheiro para investir em outras coisas”, disse o coordenador da CPLA, Marcelo Menezes.  

A análise estatística foi feita pela Seção de Análise de Informações Gerenciais, subordinada à Coordenadoria de Planejamento Estratégico e Projetos (SEING/CPLA/SG), com base em dados fornecidos pela Seção de Gerenciamento de Imóveis (SEGIM/SGS).

Capital e subseções

Os estudos e projeções estatísticas elaborados pela SEING mostram como se distribui o consumo entre os diversos prédios da JFRJ. Os imóveis consomem quantidades de energia diferentes, de acordo com tamanho, complexidade e quantidade de magistrados, servidores e jurisdicionados.

Em 2016, a capital foi responsável por 78% do consumo de energia da SJRJ. As subseções responderam por 22% do total. No prédio da Almirante Barroso a economia foi de 30,3%; no Foro da Av. Rio Branco, 33%; no Foro da Av. Venezuela, 10,5% e no Foro Regional de Campo Grande, 21,8%. Nas subseções, as localidades de médio porte (Petrópolis, Campos, São Pedro d' Aldeia, Resende, Itaboraí e Friburgo) foram as que mais economizaram: 24,5%.

As subseções de grande porte (São João de Meriti, Niterói, Volta Redonda, Caxias, São Gonçalo e Nova Iguaçu) reduziram o consumo em 21,4% e as de pequeno porte (Angra, Macaé, Três Rios, Magé, Teresópolis, Barra do Piraí e Itaperuna), em 13,5%.