Fórum de diretores discute soluções para melhorar gestão do sistema e-Proc na JFRJ

E-Proc é tema de Fórum de Debates na JFRJ
E-Proc é tema de Fórum de Debates na JFRJ
O presidente do TRF2, desembargador federal André Fontes, ladeado pelo diretor do foro da SJRJ, juiz federal Osair Victor de Oliveira Júnior e pela diretora da Secretaria Geral, Luciene Dau Miguel
O presidente do TRF2, desembargador federal André Fontes, ladeado pelo diretor do foro da SJRJ, juiz federal Osair Victor de Oliveira Júnior e pela diretora da Secretaria Geral, Luciene Dau Miguel

Com a declaração de que “para continuar prestando um serviço de qualidade é preciso fazer escolhas e promover mudanças”, o diretor do Foro da Seção Judiciária do Rio de Janeiro, juiz federal Osair Victor de Oliveira Júnior, abriu o primeiro dia do Fórum de Debates para Diretores de Secretaria,  que acontece nos dias 26, 27 e 28 de novembro, no Fórum da Av. Rio Branco e na Sede Administrativa da Justiça Federal, no Centro do Rio.  Este ano, o evento tem como tema “A gestão da unidade judiciária com o e-Proc”. O objetivo é discutir formas para aprimorar o gerenciamento do sistema e compartilhar soluções para os problemas detectados durante sua implantação.

Integraram a mesa de abertura o presidente do TRF2, desembargador federal  André Fontes; o diretor do Foro, juiz federal Osair Victor de Oliveira Júnior, as diretoras das Secretarias Gerais da SJRJ e SJES, Luciene Dau Miguel e Neide Aparecida, respectivamente, e o diretor da 1ª VF/RJ, Elvis Presley Gama. Participam do evento 94 diretores de secretaria, representantes da Administração, consultores da Subsecretaria de Tecnologia e Informação, além de sete diretores do TRF4, que vieram colaborar com propostas e esclarecer dúvidas sobre o novo sistema processual, adotado pela 2ª Região no começo desse ano.

Em sua fala, o juiz federal Osair Victor destacou a importância da ferramenta, dizendo que vai agilizar o trâmite processual e facilitar o trabalho dos servidores. “Com o e-Proc, é possível fazer mais com menos esforço, sobretudo considerando uma realidade em que haverá menos servidores disponíveis por força da restrição de gastos com o serviço público”, esclareceu o juiz.

O magistrado se solidarizou, ainda, à dificuldade de adaptação dos servidores ao novo sistema e disse que mudanças sempre assustam. “Toda transição é difícil. Implica angústia, porque, num primeiro momento, não conseguiremos a mesma produtividade, o que acaba gerando pressão de uns sobre os outros”, afirmou dr. Osair Victor.

“Grande instrumento de conquista”

Em seu discurso de boas-vindas, o presidente do TRF2, desembargador federal André Fontes, defendeu a supremacia do e-Proc sobre o Apolo e apresentou as vantagens do novo sistema. “O código do Apolo já não é mais utilizado. O sistema também não pode ser expandido por conta de sua estrutura.  O e-Proc vai reduzir atividades repetitivas e funciona muito bem na área criminal”, explicou.

O desembargador também ressaltou a importância da adoção do sistema processual eletrônico desenvolvido pelo TRF4 em um cenário de orçamentos enxutos e redução do número de servidores nos órgãos.

Dr. André Fontes aproveitou o momento para relembrar as iniciativas que o TRF2 vem promovendo para dar mais conforto aos servidores, com foco na saúde, bem como a busca por locações mais adequadas para as subseções em condições menos privilegiadas, além da melhoria da comunicação interna entre os setores da casa e entre órgãos e instituições externas.

Por fim, o desembargador encorajou os servidores a adotar o e-Proc como “grande instrumento de conquista”. “Defendo, em Brasília, a qualidade do nosso serviço. Deixo claro em todos os lugares a que vou que temos os melhores servidores da Justiça brasileira. Por isso, transformem o e-Proc em um grande instrumento de conquista. Quanto mais consolidado, melhores resultados teremos e melhores estaremos nas classificações de desempenho”, defendeu.

Também se manifestou o diretor da 1ª VF, Elvis Presley Gama, que definiu o evento como uma oportunidade para “solucionar problemas” e “discutir procedimentos e desafios da digitalização e migração dos autos”, e a diretora da SG do Espírito Santo, Neide Aparecida, que destacou o “compartilhamento de informações e integração entre os colegas da 2ª Região”. A diretora da SG da SJRJ, Luciene Dau Miguel, também se pronunciou, afirmando que “vencendo a etapa da implantação, o novo sistema tem muito a oferecer aos servidores” e representará um marco para “o fortalecimento dos laços entre as Seções Judiciárias e o Tribunal”.  

 

 

 

 

 

 

<< Voltar