Meio ambiente: JFRJ reduziu em mais de 1/4 o gasto com papéis em 2016

Diminuição em 25% do consumo de papel tem origem no corte orçamentário e mudança de hábitos dos servidores
Consumo de papel diminui 25% em 2016 devido a cortes orçamentários e mudança dos hábitos de servidores

Cortes orçamentários e medidas de economia promovidas por servidores foram os responsáveis pela diminuição do uso de papel

 

O corte de 39% no orçamento previsto para 2016 impactou diretamente no consumo de papel pela Justiça Federal do Rio de Janeiro no ano passado. O gasto total com o insumo em 2016 recuou 25,1% de acordo com os dados da Coordenadoria de Planejamento Estratégico e Projetos (CPLA/SG).

A redução da quantidade de resmas destinadas ao atendimento regular das unidades e o parcelamento do envio do material contribuíram para o resultado. As mudanças promovidas tinham como objetivo minimizar os efeitos da falta de alguns itens e evitar o desabastecimento dos materiais essenciais ao funcionamento da Seção Judiciária. Além dos ajustes realizados, os servidores também adotaram medidas de economia para reduzir o gasto com o insumo.

 

Dados na Capital e nas Subseções

Na capital, o esforço coletivo das áreas judiciária e administrativa resultou numa economia total de 28,3%. Separadamente, a Administração foi responsável por enxugar o gasto em 28,5% e a área fim em 28,1%. Entre as unidades judiciárias, as Turmas Recursais foram as que mais economizaram, com menos 56,6%, seguidas pelos Juizados Especiais Federais (-44,5%), Varas Previdenciárias (-42,7%), de Execução Fiscal (-32,9%), Cíveis (-21,9%) e Criminais (-17,6%).

Nas Subseções, a queda geral foi de 20,2%. As subseções de grande porte (São João de Meriti, Niterói, Volta Redonda, Caxias, São Gonçalo e Nova Iguaçu) diminuíram o gasto em 18,8%. As de médio porte (Petrópolis, Campos, São Pedro d' Aldeia, Resende, Itaboraí e Friburgo) gastaram menos 33,5%. Já as de pequeno porte (Angra, Macaé, Três Rios, Magé, Teresópolis, Barra do Piraí e Itaperuna) utilizaram mais papel em 2016. O aumento foi de 1,7%.