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Pesquisa do CNJ pretende captar percepção sobre o Judiciário

Dua mãos seguram um tablet onde está a logo da Pesquisa sobre Percepção do Poder judiciário. A logo é formada por balões de diálogo nas cores rosa e azul e no meio dos 4 balões vê-se a traços formando uma balança.
Pesquisa do CNJ pretende captar percepção sobre o Judiciário

O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) colocou no ar uma pesquisa para captar a percepção de pessoas que utilizam os serviços da Justiça e operadores do Sistema de Justiça que atuam na busca de direitos a partir dos tribunais. As respostas permitirão compreender como a dinâmica atual de acesso ao sistema de justiça, os serviços prestados pela Justiça e as formas de comunicação entre tribunal e cidadão são percebidos e avaliados. A consulta pública foi elaborada pelo Departamento de Pesquisas Judiciárias (DPJ) do CNJ, com apoio do Laboratório de Inovação de ODS (LIODS/CNJ) e cooperação do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud).

O questionário digital pode ser preenchido até o dia 18 de maio, pelo link https://www.cnj.jus.br/pesquisas-judiciarias/pesquisa-sobre-percepcao-e-avaliacao-do-poder-judiciario-brasileiro/ 

De acordo com a diretora-executiva do Departamento de Pesquisas Judiciárias (DPJ/CNJ), Gabriela Moreira, as perguntas da “Pesquisa sobre Percepção e Avaliação do Poder Judiciário Brasileiro” não exigirão muito tempo de quem aceitar participar da pesquisa. “É uma pesquisa por livre adesão, com perguntas fechadas e respostas de múltipla escolha. O participante deverá levar de cinco a dez minutos, no máximo, para responder”, afirmou a chefe do setor responsável pela coleta e tratamento das informações. Além de pessoas que ingressaram com processo na Justiça nos últimos cinco anos, a sondagem vai coletar percepções de membros da Advocacia e da Promotoria e Defensoria Públicas.

Anonimato

A participação na pesquisa é facultativa e anônima, não é necessário fornecer nome para responder. As informações pessoais prestadas no questionário permanecerão sob sigilo. Idade, escolaridade, sexo e identidade de gênero, entre outros dados que caracterizam o respondente, serão utilizados apenas para verificar as correlações entre as respostas e os grupos sociais – definidos por etnia declarada e faixa de renda informada, por exemplo.

A pesquisa compõe um dos indicadores de desempenho do macrodesafio “Fortalecimento da Relação Institucional do Judiciário com a Sociedade”. O macrodesafio pertence à Estratégia Nacional do Poder Judiciário 2021-2026, resultado do processo de planejamento estratégico nacional conduzido pelo CNJ com a Rede de Governança do Poder Judiciário e instituído pela Resolução CNJ n. 325/2020.

Os tribunais brasileiros fazem parte da mobilização para obtenção do maior número de respostas, sob coordenação do CNJ.