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Corregedora-geral da Justiça Federal encerra inspeção ordinária no TRF2 e elogia boas práticas da Corte

Em carta dirigida aos magistrados de primeiro e segundo graus e aos servidores do Tribunal Regional Federal – 2ª Região (TRF2), a corregedora-geral da Justiça Federal, ministra Maria Thereza de Assis Moura, destacou “as boas práticas” da Corte e agradeceu  a “disponibilidade” e “a maneira cordial e eficiente” com que foi atendida a equipe da sexta Inspeção Ordinária realizada no Tribunal pelo Conselho da Justiça Federal (CJF).

O documento foi assinado pela ministra na quinta-feira, 30 de abril, data em que se encerraram os trabalhos da inspeção. O procedimento teve início no dia 13 e foi o primeiro a ser realizado inteiramente por videoconferência, pela Corregedoria-Geral.

O formato da inspeção foi definido em razão das medidas de distanciamento social e do trabalho remoto estabelecido para o Judiciário pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), a partir de 16 de março, por conta da pandemia da Covid-19.

Na mensagem de e-mail que encaminhou a carta, Maria Thereza Moura ainda ressaltou que a disponibilidade e a colaboração de todos do TRF2 “foram fundamentais para o sucesso dos trabalhos”.

O relatório de inspeção será submetido à aprovação do Plenário do CJF e encaminhado ao Conselho Nacional de Justiça. Após, será disponibilizado para consulta pública na página da Corregedoria-Geral do CJF na internet.

A inspeção abrangeu a Presidência, a Vice-Presidência , a Corregedoria Regional e os gabinetes dos desembargadores federais do TRF2.

Também foram inspecionados, na área administrativa: a Assessoria de Recursos; a Secretaria de Atividades Judiciárias; a Subsecretaria do Tribunal Pleno, Órgão Especial e Seções Especializadas; a Divisão de Precatórios, a Coordenadoria de Distribuição, Registro e Autuaçã;, o Núcleo de Gerenciamento de Precedentes; as Subsecretarias das oito Turmas Especializadas; a Coordenadoria dos Juizados Especiais Federais; o Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos; a Escola de Magistratura Regional Federal da 2ª Região; o setor de Estatística; e os sistemas judiciais eletrônicos.

Leia aqui a carta da corregedora-geral da Justiça Federal, ministra Maria Thereza de Assis Moura.