Primeira instância da Justiça Federal do Rio de Janeiro supera média nacional de mulheres na magistratura

Imagem Têmis
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A primeira instância da Justiça Federal do Rio de Janeiro supera a média nacional de mulheres ocupando os cargos de juiz titular e substituto. Embora ainda não tenha atingido a meta de alcançar o mesmo número de homens vestindo a toga, a instituição já conta com 43,45 por cento de mulheres no cargo. Segundo dados do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), a média nacional é de 37 por cento.

Ao todo, a primeira instância fluminense, que compõe, com o Espírito Santo, a Justiça Federal da 2ª Região, tem 233 magistrados, dos quais 132 são homens e 101 são mulheres. No Estado capixaba, no entanto, a proporção ainda está inferior à média nacional: são 34 juízes e nove juízas federais na Seção Judiciária do Espírito Santo.

Também de acordo com a apuração do CNJ, considerando todos os segmentos do Judiciário (tribunais superiores, estaduais, federais, do Trabalho, eleitorais e militares), o Rio de Janeiro é o Estado com a maior participação feminina na magistratura nacional. A Corte mais equilibrada, nesse sentido, é a estadual: no Tribunal de Justiça, quase a metade (49 por cento) dos juízes é do gênero feminino.

Pela estatística do CNJ, dos 27 Estados brasileiros, dez ultrapassam a média nacional: logo após o Rio de Janeiro, vêm o Rio Grande do Sul (45,4 por cento), Sergipe (45,2), Bahia (44,8), Pará (41,9), Rio Grande do Norte (41,2), Paraná (39,6), Amazonas (39,4), Acre (38,8) e São Paulo (37,7).

Na segunda instância da 2ª Região, cinco mulheres ocupam o cargo de desembargador federal atualmente: a corregedora regional Nizete Lobato, Vera Lúcia Lima, Claudia Neiva, Leticia Mello e Simone Schreiber Elas representam 18,5 por cento do total de 27 magistrados componentes do Tribunal Regional Federal – TRF2.

Fonte: TRF2

 

 

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